SINTEGRAÇÃO SOBRE CONCEITOS HERTZBERGER

  Foram feitas 4 rodadas de discussão sobre o livro de Hertzberger em diversos espaços da escola, onde a cada grupo a atuação de cada aluno era aletrada para incentivar uma troca de perspectivas sobre cada tópico presente no livro.

 - Rodada 1 - debatedora

No grupo 4, ficamos na área coberta entre o DA e a cantina, a proposta foi discutir: "funcionalidade, flexibilidade e polivalência; forma e usuários; e criando espaços, deixando espaço", o local fazia uma ponte perfeita com o assunto, na medida que tal apontava como um lugar poderia ter múltiplas funcionalidades sem alterar sua estrutura, criando uma segregação de funções que se esgotam depois de um tempo. Além disso, percebemos que mesmo com essa pluralidade de funções, a flexibilidade ainda é limitada,  que a arquitetura tem o papel de permitir que indivíduos tenham diferentes papeis sem alterar a identidade do lugar. No DA a multiplicidade de atividades que ocorrem , como espaço de descanso entre aulas e reuniões estudantis, faz com que estudantes estabeleçam diferentes papeis em diversos momentos.

 - Rodada 2 - debatedora

No grupo 5, ficamos na rampa do mural do primeiro andar, onde foi possível debater sobre "Lugar e articulação", concluímos como é preciso uma determinação sobre a função de uso de um espaço já que o comportamento de um indivíduo é determinado pela forma como outros o veem no papel social. Existe uma relação do coletivo e do individual. O grupo focou no espaço para perceber como tal experiencia se aplicaria, a rampa era uma forma de levar as pessoas da entrada da faculdade até salas e o elevador, mas ainda assim, o espaço tinha a função de expor trabalhos de alunos.

 - Rodada 3 - crítica

No grupo 11, ficamos no hall do elevador do primeiro andar, onde discutimos "A rua, o domínio público", e percebemos que demarcações territoriais seguem critérios para tornarem se públicas ou privadas. O grupo articulou bem essa ideia de como um ambiente é delimitado por uma entrada que pode ser convidativa ou não para as pessoas que passam. Usei o exemplo da própria escola de arquitetura na criativa, onde muitas pessoas que passam na frente se sentem intimidados pelo tamanho e pelo tipo de estabelecimento, enquanto outras veem o local como convidativo.

 - Rodada 4 - observadora

 No grupo 14, ficamos no corredor do terceiro andar com vista para a praça e foi discutido sobre " Incentivos; forma como instrumento", onde o grupo falou como no livro o arquiteto não deve ser reduzido a uma pessoa que faz obras de arte, já que vai muito além disso, à medida que a profissão leva arquitetos a realizarem uma diversidade de atividades que englobam outras áreas.

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